Mostrando postagens com marcador Títulos fabulosos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Títulos fabulosos. Mostrar todas as postagens
dezembro 06, 2009
abril 29, 2009
Quero ver Portugal na CEE?
Segundo um canal televisivo há por aí um cartaz do partido no poder (presumo que relativo à pré campanha para as europeias), alusivo à entrada de Portugal nesse paraíso que dava então pelo nome de CEE (o mesmo partido estava no poder mas ainda tinha um punho na lapela e não uma rosa ), e que faz uma menção errada à data de adesão, parece que de um ano. “Minudências”, “Pormenores”, dirão uns. “Errar é humano”, “Gralha”- dirão outros. Gralha?, o mais certo é passar ao largo a boiar juntamente com a merda que nos cerca mas que hierarquicamente (a sua relevância não o permite ainda) não chegou ao centro do espaço público. Enquanto bóia por aí, importa registar este, e outros, episódios eivados de uma ignorância sem limites e de uma arrogância pestilenta, que assenta na ausência de respeito por qualquer dos fundamentos democráticos que (supostamente) pretende defender ou acautelar. Por isso, do alto de um anarquismo descorçoado, termino com um título (fabuloso) de um livro do grande Boris Vian (um dos nomes do gato da casa), sob o pseudónimo Vernon Sullivan:“J'irai cracher sur vos tombes”, na tradução portuguesa: Irei Cuspir-vos nos Túmulos.
outubro 09, 2008
Morte a(o) crédito!
Os Tones sem jeito proliferam agora na política portuguesa. Nem sempre foi assim. É como a falta de gajos com jeito para as gajas. Basta atentar na padaria, na rua e no autocarro. Simplesmente não colam. Relativamente (e nomeadamente) ao assunto da morte a crédito lancei no título um isco literário fácil (sim, é do Céline sem dion). O sistema finalmente come a própria cauda. Já não se trata de um corte (aliás, previsto nas entranhas do sistema), mas de um episódio que já assoma o âmago do bicho. Ora o bicho não é uma estrutura única, mas um conjunto bem calcetado de estruturas (leiam o Baudrillard). O fundo pintado, julgo, a negro na desmama televisiva (segundo me dizem) não passa já, e ainda, de pasmo. Nem é apenas entretenimento. É o “quem tem cú tem medo”. De resto, como diz em nortenho um tal de Marco António tone, “apraz-me!”. Já agora, sem acaso épico, não deixa de ser vistoso observar os países liberais “ e outros que tais” (vide Visconde da Apúlia) do “menos estado” recorreram ao dito para, “manifestamente com respostas para a crise” injectarem uma cauda fantasmática. E então, não era isso as nacionalizações do PREC?
Como diz o Tim sem se rir: “gosto da praia à hora das gaivotas”. Diga lá Tim?
Como diz o Tim sem se rir: “gosto da praia à hora das gaivotas”. Diga lá Tim?
agosto 17, 2008
fevereiro 22, 2008
fevereiro 07, 2008
Títulos fabulosos
“A Linguagem Perdida dos Guindastes”/”The Lost Language of Cranes”
David Leavitt
Editorial Presença
Nem sempre os títulos justificam os livros e vice-versa. Estes nem sempre correspondem ao livro... e ao original, o que em portugal é quase má tradição. Todavia impõe-se uma leitura. Mas, e o coleccionismo vampírico? Em Títulos fabulosos apenas nos interessam os títulos...seja de livros seja o que for. Proximamente, também, Capas Fabulosas.
Assinar:
Postagens (Atom)

