Mostrando postagens com marcador Rentes de Carvalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rentes de Carvalho. Mostrar todas as postagens

dezembro 01, 2020

O caminho faz-se caminhando...

 

Porque um vírus é a superameaça, o perfeito sonho totalitário e ditatorial. Nada de gulags, câmaras de gás, campos de concentração, prisões, polícias, serviços de censura, o rebanho avança para o extermínio pelo próprio pé e bem mascarado para que se veja que obedece. 

(RdC, aqui)

setembro 25, 2020

mas isso será objeto de outro poema*

Eles assustam, mentem, manipulam, às falsas esperanças seguem-se as ameaças a sério, as multas, e a promessa de que a desobediência se paga caro põe todos os narizes para o mesmo lado, o rebanho obediente caminha atrás de pastores que num mundo menos torto seriam levados  à forca. Grande bênção o coronavírus, que anuncia o admirável mundo novo. Reze-se um padre-nosso de graças a George Orwell, que deixou o aviso, mas nada adiantou, porque as ovelhas não vêem, não ouvem, não compreendem, são cegas, mansas, medrosas, gostam de obedecer e de cacete no lombo.

(*sacado a Benjamin Péret)

fevereiro 08, 2018

A história a cores


Nos oitocentos anos, mais que as virtudes isoladas ou as benfeitorias de um ou outro governante, avultam os crimes contra o povo. 

fevereiro 06, 2018

Acumulação de proibições e outros sintomas virais


A propósito desta posta, leio em "Com os Holandeses", de Rentes de Carvalho o seguinte:

(clicar na imagem para ler melhor)

De salientar que a primeira edição holandesa data de... 1972. Nesta especialidade começamos muito mais tarde (à época tínhamos outras preocupações e outras... proibições), mas somos bons a queimar etapas, e sem ir ao ginásio. Deixo-vos uma entrevista de Rentes de Carvalho, ao jornal Público, aquando da primeira edição portuguesa em... 2009. O título é sugestivo: