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abril 29, 2012

"Fazer as malas e abandonar as ruínas"


“Podem imprimir-se estatísticas e contar a população de uma cidade em centos de milhares, mas para cada homem uma cidade tem apenas algumas ruas, algumas casas, algumas pessoas. Suprimam-se essas poucas pessoas e a cidade não existe mais, é apenas uma dor na memória, como a dor de uma perna amputada que já não está onde doí.”

“ O nosso agente em Havana” (pp.230), Graham Greene. Tradução de Daniel Gonçalves. Ulisseia.

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abril 10, 2012

O sonho no século XX [e seguintes]


– Devia sonhar mais, Mister Wormold. No nosso século a realidade não é coisa que se enfrente.

“O nosso agente em Havana”, Graham Greene.
Tradução de Daniel Gonçalves. Edição Ulisseia