«Compreendi então o que já sabia: o que podemos imaginar existe sempre, noutra escala, noutro tempo, nítido e distante, como num sonho.»
“O último leitor”, Ricardo Piglia
Edição Teorema (2007). Tradução Jorge Fallorca
O sentenciado sofre tormentos, que procura não recordar, e depois lapidam-no. A rainha tem o direito de lançar a primeira pedra e a última, que costuma ser inútil. J.L.Borges
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