Volto sempre ao frango das terças. Um assado que encerra todo um dia, numa penumbra ajuizada. É com um enfado de séculos que amorteço as minudências, a expensas de um culminar lógico de melodias televisivas. Que passou? Quem matou?
A voz silênciosa do repasto, associada à caverna dos eflúvios de um branco lustroso como oiro, ave de rapina das cavaqueiras mais inusitadas. “Nenhum pássaro me carrega”, penso, recordando um mal literário, atributo de um irmão em universo.
Chego-me à janela. Além, a noite assume a sua vertigem sem comando. Que doce desvario nos tragará em sonhos?...
A minha presença, se queres saber é diária.
ResponderExcluirDos sonhos foi um dos meu preferidos. Reconheço essa estranha melancolia.
Pedrinho...
ResponderExcluirBelas viagens nos teus textos. Como se já tivesse morado com as mesmas palavras, as mesmas costeletas...
As tuas, sempre abraçadas.