janeiro 13, 2016

Bowie na estantina


Não guardo na memória local e data de aquisição deste livrinho sobre o Bowie. Sobreviveu, isso é certo, a mudanças de cidade e de casa, a caixotes e prateleiras manhosas, até desaguar na estantina, área (ainda pouco viçosa) das biografias. Tenho a primeira edição, Dezembro de 1983 (existiu, pelo menos, uma segunda – conforme a imagem), a qual fazia parte da Colecção Rock On, nº8, com a chancela da Centelha. O Autor, Colectivo Rock On, leia-se, Álvaro Costa, Fernando Costa e Francisco Pacheco, dá o mote a este david Bowie - Três décadas de metamorfoses, logo no prefácio: Bowie está na moda. A moda é efémera. A síntese seria Bowie é efémero. Mas Bowie não surgiu há quinze dias. Nem vai desaparecer dentro de quinze dias. A síntese não funciona com David Robert Jones. Lá isso não. 

Entretanto...


janeiro 12, 2016

A libertação eficaz do desejo?



Antes do mais, acho que a primeira condição para se ser artista é saber-se nadar. (Arthur Cravan)

O fio por onde a meada do seu querido discurso tinha passado. Esquecia para beber. (Jacques Rigaut)

Agora, o meu sonho é usar uma blusa vermelha, um lenço vermelho e botas altas - e ser membro de uma sociedade chinesa sem finalidades e secreta na Austrália -  Não nego, aliás, que não haja nisso qualquer coisa de vampiro. (Jacques Vaché)

janeiro 08, 2016

O plano


O plano era manter o Lopetegui na fruteira. Até o JJ já contribuía solidariamente para o peditório. Agora temos que aguardar, com a esperança que o novo elemento se encaixe na fruteira em solidariedade com o anterior. Continuação do bom trabalho, é o que desejamos. 

Brindar ao Lemmy


janeiro 03, 2016

O mundo sabe que


(daqui e dali)

Eu já volto com a análise, o comentário, a opinião, talvez até com a crónica, mas creio que já imaginam o desfecho.