janeiro 17, 2016
janeiro 16, 2016
janeiro 15, 2016
janeiro 14, 2016
janeiro 13, 2016
Bowie na estantina
Não guardo na memória local e
data de aquisição deste livrinho sobre o Bowie. Sobreviveu, isso é certo, a
mudanças de cidade e de casa, a caixotes e prateleiras manhosas, até desaguar
na estantina, área (ainda pouco viçosa) das biografias. Tenho a primeira edição,
Dezembro de 1983 (existiu, pelo menos, uma segunda – conforme a imagem), a qual
fazia parte da Colecção Rock On, nº8,
com a chancela da Centelha. O Autor, Colectivo
Rock On, leia-se, Álvaro Costa, Fernando Costa e Francisco Pacheco, dá o
mote a este david Bowie - Três décadas de
metamorfoses, logo no prefácio: Bowie
está na moda. A moda é efémera. A síntese seria Bowie é efémero. Mas Bowie não
surgiu há quinze dias. Nem vai desaparecer dentro de quinze dias. A síntese não
funciona com David Robert Jones. Lá isso não.
janeiro 12, 2016
A libertação eficaz do desejo?
Antes do mais, acho que a primeira condição para se ser artista é saber-se nadar. (Arthur Cravan)
O fio por onde a meada do seu querido discurso tinha passado. Esquecia para beber. (Jacques Rigaut)
Agora, o meu sonho é usar uma blusa vermelha, um lenço vermelho e botas altas - e ser membro de uma sociedade chinesa sem finalidades e secreta na Austrália - Não nego, aliás, que não haja nisso qualquer coisa de vampiro. (Jacques Vaché)
janeiro 11, 2016
janeiro 10, 2016
janeiro 09, 2016
janeiro 08, 2016
O plano
O plano era manter o Lopetegui na fruteira. Até o JJ já contribuía solidariamente para o peditório. Agora temos que aguardar, com a esperança que o novo elemento se encaixe na fruteira em solidariedade com o anterior. Continuação do bom trabalho, é o que desejamos.
janeiro 06, 2016
janeiro 03, 2016
O mundo sabe que
Eu já volto com a análise, o comentário, a opinião, talvez
até com a crónica, mas creio que já imaginam o desfecho.
Assinar:
Postagens (Atom)










