outubro 10, 2019
...
julho 20, 2019
Soltas
Ainda estás vivo? Então não sejas cruel contigo.
ou:
Ainda vives? Então não sejas cruel contigo.
Não sei...
março 02, 2018
Anfibiologia
junho 26, 2016
"Se alguma vez chegares a ler entenderás"*
maio 28, 2016
janeiro 08, 2015
novembro 24, 2014
Pensamento do dia já vai longo
setembro 19, 2014
Um lugar para a imaginação
agosto 24, 2013
Faltam mas é tomates (e dinheiro para os comprar)
março 09, 2013
Os cavalos também se abatem (II)
março 15, 2012
Liru e companhia
Uma sociedade sem conflitos só pode ser uma sociedade totalitária, e já não restam dúvidas de que a utopia capitalista abre caminho a uma implacável ditadura: a do mercado. O que está em jogo é o fim de um período do capitalismo ligado de certo modo à emergência de uma sociedade pluralista. A gigantesca redistribuição dos mercados mundiais a que hoje se entregam os colossos do capital financeiro, a concentração em poucas mãos de quantidades de dinheiro astronómicas, significam o dobre de finados do pluralismo sob todas as sua formas."
“Ideias Lebres”, Ernesto Sampaio (Ed. Fenda)
Sacado daqui
fevereiro 07, 2012
Como viver

janeiro 19, 2012
E então começou assim…
“Aqui estamos mais uma vez sozinhos. Tudo isto é tão lento, tão pesado, tão triste… Dentro de pouco tempo estarei velho. Tudo então se acabará. Tanta gente que passou por aqui por este quarto. Disseram coisas. Não me disseram grande coisa. Foram-se embora. Envelheceram, tornaram-se lentos e miseráveis, cada qual no seu recanto da terra.”
“Morte a Crédito”, Louis-Ferdinand Céline. Edição Assírio&Alvim.
Tradução de Luiza Neto Jorge.
janeiro 09, 2012
Porra: o “egoísmo vital experimenta medos pessoais”

«Os trapos da pequena abateram-se; uma após outra as tamancas caíram no vazio da noite e duas asas resplandecentes brotaram das suas espáduas. Ela voou, entre Santa Maria e Santa Madalena, em direcção a um astro rubro e desconhecido onde se encontram as ilhas dos Bem-aventurados. É aí que um ceifeiro misterioso vem todas as noites, com a lua por foice; ceifa, entre os prados de abróteas, estrelas cintilantes que semeia na noite.»
Marcel Schwob, “A Tamanca”, in “Coração Duplo, vol. 1”- Tradução de Raúl Henriques - Edição Cavalo de Ferro
agosto 27, 2011
21 gramas
"Estava frio dentro do quarto. Fechei outra vez a porta, limpei o puxador com o lenço e voltei para junto do totem. Ajoelhei-me e observei a superfície de pêlo alto da carpete que ia até à porta da entrada. Pareceu-me ver dois sulcos paralelos como se tivessem arrastado nessa direcção os calcanhares de alguém. Quem quer que tivesse arrastado o corpo estava determinado. Homens mortos pesam mais do que corações partidos.(....)"
Philip Marlowe in “À Beira do Abismo” de Raymond Chandler
Tradução de Carlo Magalhães
julho 11, 2011
janeiro 28, 2011
E pensar nisto
Queimar livros e erigir fortificações é tarefa comum nos príncipes.
Jorge Luis Borges, "A muralha e os livros", Editorial Teorema.






