Mostrando postagens com marcador desporto?. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desporto?. Mostrar todas as postagens

novembro 16, 2015

OITO MILHÕES de euros depois


A Câmara de Braga tinha gasto oito milhões de euros na tal estrutura (diz que seria uma piscina olímpica), mas não tinha dinheiro para terminá-la (desde 2008). Pronto, não se fala mais nisso. Entretanto resolveu ceder a dita (onde já havia gasto OITO MILHÕES) ao SC Braga para este (supostamente) construir um pavilhão multiusos. Sucede que o Braga praticamente não tem modalidades profissionais de pavilhão (talvez faça jeito à secção de natação ou de futebol de praia), mesmo o futsal é uma parceria com AAUM (Associação Académica da Universidade do Minho). Pergunta(s): já agora, onde ficam o ABC e o Hóquei Clube de Braga na fotografia? Não ficam? Não são da cidade? Mais milhões menos milhões, lá ficaremos nós enfeitados com mais um desses elefantes brancos da modernidade. Talvez o sr. Carreira apareça para a inauguração. E não se fala mais nisso.

outubro 11, 2015

Um nota apenas


o Inútil informa que o Sporting venceu o Barcelona, na primeira mão da taça Continental em Hóquei em Patins. Nem uma chamada de capa nos (assim denominados) desportivos de hoje (embora não ocorra a ninguém chamar aquilo de jornais, muito menos desportivos). 

agosto 17, 2009

Na Jamaica os Ferraris são assim


Este senhor, de nome Usain Bolt, correu os 100 metros em Berlim em 9.58 (nove segundos e cinquenta e oito centésimos! – assim mesmo, com o tal ponto de exclamação que alguns querem correr daqui para fora) e, no final, sem qualquer pejo, terá pedido para soprar ao balão. Note-se, note-se bem, que praticamente nenhum órgão (excluindo o meu fígado), seja de informação, seja de recreio imediato, salientou a façanha, preferindo os lamparinas e o futebol clube pinto da costa como vitrina para os nativos e emigras de fancaria lusitana que vestem a famosa camisolinha de alças, vulgo, sport. A excepção foi o meu pasquim Público, onde o sr. Fernandes rumina uns editoriais e deixa passar tudo que tenha boa figuração (desde que não seja contra o seu armário liberal maciço). Da volta a Portugal nadinha, que os lamparinas já não correm, enfarpelados de Ferraris, com canastro de caracóis. Ganhou o Nuno e ainda por cima português Ribeiro. Mais a mais, só Jamaica:

março 29, 2009

Mas em que rua fica a África do Sul?

Sueca à boleia

Não dá para fazer muito mais do que isto…Dizia ontem o Cristiano Ronaldo entre dois “penso que”. E a malta responde: pois, o problema é mesmo esse...

outubro 24, 2008

o caso do telegrama e de uma entrevista que não vi e depois cheguei a casa

Já percebi, o sr. Freitas Lobo (a voz do regador) insinua que existiu uma certa e determinada “velocidade vertical”, entre carícias, e um outro fala da identidade da equipa em “regressão transaccional”, mais o “grau de dificuldade” e um “défice de pontuação”, possível; observam estes políticos da bola, com a sensibilidade do granito e do “visto que estamos”que, parece, se observa o espírito de “um jogo” dependente da “prestação” e de um “fechar de espaços”, em suma, de um bloco. Todos estes relatores politizados ministram com a identidade refastelada da fatiota acompanhada de uma t-shirt de gola em bico. Com “personalidade”. De facto. 

setembro 19, 2008

setembro 17, 2008

Ontem também tivemos coisas boas

Em primeiro lugar, salientar que o Sporting de há 15/20 anos (e anteriores), chegaria a Barcelona, faria uma exibição fabulosa e perderia o jogo (eis o Sporting). Hoje (ontem), chega a Barcelona cheio de tiques e, parece, estratégia(s) (e sem Vukcevic) não joga nada, deslumbra-se não se sabe bem com quê e perde.  
Uma palavra para o “relatador” e o comentador de serviço, este último, uma alma capaz de expressões como um tal de “momento de recuperação alta”, encantados (sem o Barcelona jogar nada) com o “estádio”, o “Messi”, a “forma de jogar” e o “encontrão” parece que “ligeiro” e que resultou na grande penalidade. Uma miséria muito “nossa”. 

setembro 11, 2008

O amanhecer da bola

O meu amigo Alfredo azougou-me a manhã com a manchete do Público onde se observava que “Portugal joga bem mas perde com a Dinamarca”, e da Bola “À antiga portuguesa”. 
“Não se trata (apenas) de morrer na praia”- avançou, “é uma questão civilizacional e muito nossa”. “Como?”, perguntei, sem perceber nada. “Voltamos ao jogo como uma das nossas belas artes: bonito, singelo, envolvente, ilusório e, claro, de preferência sem balizas, com falhanços estrondosos à frente e atrás, já para não falar no azar e na injustiça. A coisa, enfim, não é nova, é velhinha de anos e anos.”
Ainda me deu para esboçar, num gesto imperceptível, não sei bem, uma resposta, mas Alfredo continuou de dedo em riste: “A passeata e o desdém não são para aqui chamados. O jogo, esse, tem 90 minutos e o “mestre” lá no banco é, oh, é um cientista com o pé gelado e sem ícones que lhe valham. Nos últimos dez minutos quando se está a ganhar esquecem-se os escrúpulos e a beleza… e aquela última substituição foi uma prenda de anos, que foi aquilo afinal?”Antes de sair ainda teve tempo para me recordar “o europeu de 1984, o expoente máximo do desperdício”…”Não te levantas?”,concluiu, e saiu.
Quanto aos paralímpicos, queria eu dizer-lhe, depois da visita de um secretário de estado inexistente, e da partida com alguma fumaça, eis que chegamos à normalidade: dois pesos, duas medidas, a mesma bandeira.
E voltei a adormecer...

agosto 27, 2008

Um passeio em Madrid

"Maja Desnuda", Goya
Na segunda parte o Sporting ganhou dois a zero aos parolos do real madrid (assim mesmo com minúsculas). 
Gostei mais da primeira (cinco a um para os outros). Como sportinguista aprecio o sofrimento e o desleixo. Queriam uma equipa pequenina a esfarrapar-se contra um golias de meia tigela, embalsamado numa fruteira ricaça de gosto duvidoso? O comentador, atento, ter-se-á referido a um “desleixo inconcebível”, o qual, nestes casos, parece, costuma “ser fatal”. O gajo deve ser do “glorioso”, esse mesmo que levou QUATRO a ZERO em 1996 disputando o mesmo troféu. A memória, curtíssima, resvalava, no mesmo sentido, num comediante “malucos do riso” que aventava curiosas vitórias do FCP contra o real de madrid, entre cervejas e o Mário Jardel. Isto na tasca do porcalhoto. Afinal, futebolisticamente (coisa que domino como o controlo dos meus intestinos), a primeira parte revelou-se inócua e fria nas nossas hostes: alguns maus jogadores; uma “grande penalidade” inexistente; um golo na própria baliza. Mais valia terem ido ao Prado ver a Maja.

agosto 19, 2008

O olimpo português

O mundo português, a expensas de tanto remoer em noitadas mal dormidas, nuns tais de jogos olímpicos, apesar de durante quatro anos se estar a cagar para o desporto (sem futebol) e, sem perceber patavina da maioria dos ditos, deixa-se ir, morno como um leitinho, em demandas alucinatórias. Os jornais e a imundície simplória ajudam à festa. Sucede que nada disto remonta a ontem. A miséria da conversa tasqueira agarra-se a qualquer tronquinho. Ainda agora escutei um especialista de tasca afirmar que não tinha conseguido dormir porque tinha visto um filme de terror, pasme-se, “Espanhol”. “Gosto mais”, acrescentou o néscio, de “acção e comédia, mas com alguma história”. Um outro, mais refinado, observou a superioridade da “comédia de American Pie” e a “medalha da Vanessa”. Com torta, ou sobretudo por ela, a vidinha esvai-se em segundos enjaulados na sueca encartada do dia a dia. O chefe do comité, entretanto, demitiu-se. Sob custódia, os nossos valentes adormecem-nos as vacances num casco de “Amontillado”(se não leram Edgar Poe, dane-se) . É emparedá-los.

agosto 16, 2008

Pato enlatado

Não é por causa de medalhas mas do desplante destes presumidos atletas (supostamente) de alta competição. Agora até não funcionam porque de manhã, parece, “só estou bem na caminha” (palavras do veraneante em Pequim, Marcos Fortes). É trazer esta canzoada toda das férias Chinesas. 
Por falar em Chinocas, aquilo tresanda a fancaria, desde a cerimónia de abertura, às roupagens televisivas, passando pelas fuças inóspitas da soldadesca e da suposta abertura ao exterior, não esquecendo os 700 patos (à Pequim) todos os dias consumidos na aldeia olímpica. Interessante.
Uma gigantesca loja dos 150 e um logro do tamanho dos patos: nós!