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março 29, 2020

Isolamento (IX)


Foram tantas as vezes que a escutei que, de certa forma, interiorizei um sentido. A música que antecede e circunda (assim me parece) a letra não soa como um manto sombrio, antes como uma batida belicosa, deixando ao baixo a ilusão de melodia. (já agora, a componente eletrónica anuncia os New Order dentro de alguns momentos – bem duros, por sinal). Quando a voz finalmente se insinua já passaram mais de trinta segundos. A carruagem parecia-nos um lugar seguro. Nunca é. 

In fear every day, every evening,
He calls her aloud from above,
Carefully watched for a reason,
Painstaking devotion and love (…)


Não sabemos o que escreveria hoje Ian Curtis. Não interessa. Isolamento é apenas uma tradução livre de Isolation. Ou, pelo menos, fica a ganhar (ou a perder?) mais alguns sentidos.   

junho 18, 2019

Joy Divison: 40 anos de prazeres desconhecidos (1979)



A melhor banda de sempre, no seu primeiro álbum de dois, entre outras coisas que lançaram antes e depois. Tenho tudo, acho, ou quase. Ainda tremo, literalmente, ao ouvir estas músicas.


This is the room, the start of it all
No portrait so fine, only sheets on the wall
I've seen the nights, filled with bloodsport and pain
And the bodies obtained, the bodies obtained

"Day of the Lords"

junho 11, 2017

We'll share a drink and step outside

Continuo a inventar os meus dias. Faço de conta que sou. Socializo. Vou a debate. Horas existem em que acredito. Tudo somado sou eu mais um ou outro. Às vezes não dou conta. Estou ali. Aqui. Acolá. Estar nem sempre é ser visto.  O resto imagino que seja mais ou menos assim: