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maio 15, 2020

Isolamento XXXI


A Oeste nada de novo, ou, a nova (velha) normalidade: o Novo (velho) Banco, a velhíssima história de sempre: as constantes injecções (qual a novidade?), ou aquela dos prémios, not so fast you greedy bastards, como se alguém objectasse o saque. A tradição ainda é o que era. Ainda se admiram com as bujardas dos golpes baixos. O patriotismo é fundamental para o bolso.

maio 10, 2020

Isolamento (notas)

(aqui)

Da emergência à calamidade:  O novo CEO do BPI «promete manter o legado deixado pelos seus sucessores.» (daqui). Risinhos. 

Entretanto, diz que o futebol (onde está a massa?) vai voltar. A sério?

Já agora, visite o Museu Virtual do Cartoon (Galeria Anti COVID-19). É à borla.  

outubro 20, 2019

Em que rua fica a Catalunha?

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Ouço falar sobre a Catalunha. As pessoas conhecem Barcelona. Já ouviram falar de Barcelona. Até já foram a Barcelona. Estiveram por lá a ver o estádio do Barça, a Sagrada Família, umas casas do Gaudi, passearam nas ramblas, com alguma sorte espreitaram o bairro Gótico e aproveitaram a piscina do Hotel, bom tempo, um hotel muito jeitoso, excelente piscina, sem dúvida. Fizeram centenas de fotos e alguns vídeos. Se lhes perguntarem onde fica Barcelona responderão Espanha. E estão certos. Ouço falar sobre a Catalunha. Penso (por momentos apenas) na Catalunha republicana, o meu cérebro folheia algumas coisas de história, poucas, sobrevoa alguns jornais, as comparações serôdias com Portugal, algumas barricadas do século XIX (risos), a Escócia de Kilt para as fotografias, decisões judiciais que são obstinações políticas, leio sobre o “Tsunami democrati”, uma suposta arma separatista, quando afinal se trata de mais uma app. Vou lanchar. É o que resta da Catalunha: uma sandes de paio e manteiga. Depois talvez alguém se lembre que um estado federado poderia ser um bom princípio de conversa. Afinal, a Catalunha fica em Barcelona. Toda a gente conhece Barcelona. 

abril 08, 2016

É a tua cara chapada


No século XIX tínhamos as bengaladas distribuídas na avenida, delas nos fala o Eça; ou a força do cacete, cujo passe fino nos é contado bastas vezes pela pena do Camilo. Agora chegam-nos as bofetadas por faicebuque, algumas cuja promessa nos remete para a expressão: cão que ladra não morde. Na minha terra chamam-se chapadas. Ou lostras. Falta-nos um escritor para penar estas dores que carregamos. Falta-nos, sobretudo, paciência. Não sei é se faz falta mais um ministro da cultura. Nem sei se havia algum…ministro…ou…cultura. Sei que faz falta dinheiro no bolso. Quanto mais não seja para comprar os cacetes ou as bengalas. 

março 15, 2014

A Oeste nada de novo (ibidem)



Entretanto, depois do Sr. Gonçalves e do Sr. Rendeiro, o fundador do BPN, Sr. Oliveira e Costa, entre outros, também solicitaram a sua prescrição como beneméritos da ordem da nossa burrice, com o beneplácito dos nossos bolsos...vazios.